quarta-feira, 9 de novembro de 2011
É preciso ter a coragem de ficar só, e protestar contra a desonestidade cultural dogmática e idólatra tradicional, estabelecida e documentada historicamente em Portugal. Este é o meu lema, desde a segunda metade da década de 80, quando a minha vida correu risco, face a um processo de fraude, de que fui vitima, houve morte, pôs em risco a minha identidade existencial, o colapso eminente, apelei superiormente, fui silenciado. Na década de 90, numa militância de cidadania activa, usei o direito de indignação, na imprensa nacional, denunciando o aumento de fraude e corrupção em Portugal, em documentos de intervenção social, deparei-me com o mesmo silêncio social e político em todos os quadrantes da esquerda à direita. A alta autoridade contra a corrupção, foi extinta pela maioria do PSD em 1992, escondendo, o aumento do manto e ninho de corrupção, que conduziu à presente situação. Em 1994 participei no Congresso. Portugal: Que futuro, onde as conclusões foram ignoradas socialmente e politicamente. Em 1995 tornei público O Manifesto À Consciência Nacional, silenciado na comunicação social. Este é um problema dogmático cultural, onde a lei e justiça funciona mal, e o Canon da lei não se cumpre em Portugal, não há cidadão e governo que resista em Portugal, com esta cultura histórica dogmática tradicional. A rotura é com o dogma cultural idólatra histórico de infabilidade tradicional da consciência e inteligência intelectual e espiritual em Portugal. Precisamos de uma democracia cultural sem dogmas, de sabedoria nacional, reformadora social, da consciência e inteligência intelectual e espiritual, contra os corporativismos e o atraso nacional, a iliteracia intelectual disfuncional, de alienação e manipulação social, discriminatória de desigualdade e injustiça social, prejudica a democracia o desenvolvimento sustentado, o estado social em Portugal. A rotura é com o dogma cultural tradicional.
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